Cláudio Santos precisa fugir de alianças com partidos e lideranças tradicionais do RN

Desembargador e ex-presidente do TJ/RN, Cláudio Santos - Reprodução
O jornalista e poeta Adriano de Sousa escreveu na coluna Opinião do portal Saiba Mais/Agência de Reportagem, um artigo sobre o atual cenário político vivido no Estado e os quatro principais nomes especulados como possíveis candidatos ao Governo do Rio Grande do Norte nas Eleições 2018.
O artigo faz uma análise bastante reflexiva (vale a pena ler) sobre cada um deles. Fala do desgaste político e administrativo enfrentado pelo governador Robinson Faria, consequentemente, as dificuldades para uma eventual reeleição e que as candidaturas de Carlos Eduardo Alves e Fátima Bezerra despontam como naturais.
Sobre o desembargador Cláudio Santos, ele diz que o seu principal ativo é a imagem de gestor austero e implacável, sem medo de adotar medidas antipatizadas por colegas de magistratura e servidores do Judiciário, moldada quando presidiu o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte.
Adriano de Sousa prossegue no texto afirmando que é um figurino sob medida para se contrapor à frouxidão do atual governo e, quem sabe?, preencher as expectativas dos eleitores por peças novas (ou ao menos recondicionadas) no sucatão da política destroçada por escândalos em série. O problema é que o remédio também pode ser um veneno.
Ao concluir a respeito de Cláudio Santos, o jornalista sugere que para manter a condição e o discurso de ‘NOVIDADE’, o desembargador precisaria fugir de alianças com partidos e lideranças tradicionais, praticamente todas chamuscadas nalgum escândalo da hora. Mas, como sustentar uma candidatura competitiva sem o apoio dessas máquinas de campanha?
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