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Guedes diz que fim do auxílio vai segurar alta de alimentos e materiais de construção Durante evento nesta quinta,

O ministro da Economia, Paulo Guedes, projetou que o fim do auxílio emergencial em dezembro deverá segurar a alta nos preços dos alimentos e de materiais de construção. Durante evento promovido pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras), nesta quinta-feira (12), o auxiliar do presidente Jair Bolsonaro afirmou que o benefício foi usado para melhoria de casas e compras em supermercados.

“O auxílio era de R$ 600, desceu pra R$ 300, e depois aterrissa no Bolsa Família ou no Renda Brasil que estamos estudando. Quando houver essa aterrissagem, essas altas transitórias de preços setoriais devem se acalmar”, estimou.

De acordo com informações da Folha de S.Paulo, o ministro voltou a confirmar a possibilidade de retorno do auxílio, caso haja nova onda de contaminação de coronavírus. Independentemente, Guedes afirmou que o estudo do programa Renda Brasil continuará.

“Qual o plano para o auxílio emergencial? Redução gradual. Está marcado [o fim] para dezembro deste ano. Esse é o plano A. Existe possibilidade de prorrogar o auxílio emergencial? Se houver uma segunda onda, vamos ter que reagir. Mas não é o plano A”, afirmou.

O ministro disse ainda que novos cortes de tributos podem acontecer, para frear a alta dos preços, como aconteceu com o imposto de importação de arroz, soja e milho. Na avaliação de Guedes, a entrada de produtos estrangeiros deverá contribuir com o arrefecimento da inflação dos alimentos na economia doméstica. Para ele, a ideia é impedir o que chamou de abusos.

“A competição de fora trava esse aumento. Mas não queremos derrubar a produção local. Ela vai reagir a esse aumento de preços aumentando a safra e naturalmente derrubando o preço lá na frente. Vamos usar o expediente contra abusos, com essa redução instantânea das tarifas”, acrescentou.

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