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Número de mortos na pandemia é 250 vezes maior que previsto por Bolsonaro, diz coluna

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Em 22 de março de 2020, dias após a primeira morte por Covid-19 no Brasil, Jair Bolsonaro apostou que a pandemia deixaria menos de 800 mortos no país — 250 vezes menos do que os 200 mil registrados na quinta-feira (8). A nformação é da coluna de Guilherme Amado, da revista Época.

Naquele dia, 651 italianos haviam morrido de Covid. Até então, a doença havia matado 12.819 pessoas em todo o mundo e a OMS já tinha decretado o estado de pandemia.

Na ocasião, ele comparou o coronavírus ao H1N1, que havia feito 796 vítimas em 2019. “O número de pessoas que morreram de H1H1 no ano passado foram (sic) na ordem de 800 pessoas. A previsão é não chegar a essa quantidade de óbitos no tocante ao coronavírus”, palpitou, em março.

Na quinta-feira (7), quando a pandemia bateu 200 mil mortes no país, Bolsonaro sugeriu que nem todos os brasileiros morreram em decorrência da doença, mais uma vez sem evidências, e disse que “a vida continua”.

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