Passei vergonha em rede nacional’, diz Karol Conká sobre participação no BBB




Menos de 24 horas após a saída do Big Brother Brasil, a cantora Karol Conká já conseguiu ter uma noção do quão polêmica foi a sua participação no reality show global.

Em entrevista ao programa ‘Mais Você’ na manhã desta quarta-feira (24), a rapper, que recebeu 99,17% dos votos, a maior rejeição da história do reality, disse estar envergonhada com a sua passagem pelo jogo.

“Estou passando vergonha em rede nacional. Não tinha visto a cena ainda. Realmente, acreditei naquilo [que a Carla estava investindo em Arcrebiano]. Estava me sentindo bastante carente. Que vergonha. Fui loucona no rolê. Eu realmente ‘passei’ [do ponto]. Fui falar com ela, acabei explodindo. Estava com álcool na cabeça. Peço perdão ao Bil, à família dele, a Carla e à família dele. Me desculpem mesmo”.

As primeiras horas da artista fora do confinamento foram gastas, ou melhor, investidas, em um momento em família, na companhia do filho e da mãe.

“Passei a noite com meu filho e com minha mãe. Sou a nova Carminha ou a nova Nazaré. Pretendo melhorar, mas a vilã que surgiu no programa, não é o que sou aqui fora. Caso contrário, não teria conquistado o que conquistei antes”, afirmou.

Apesar de assumir ter errado, Karol não comentou sobre as acusações de tortura psicológica contra Lucas Penteado, seu principal alvo no reality show. A artista falou de forma genérica sobre os momentos que extrapolou no confinamento

“Dentro da casa, a gente fica meio surtada. Eu tenho que reconhecer meus erros e dizer que estou disposta a melhorar. Causei perturbação na casa. Acabei fazendo com que os outros ficassem tristes”.

Segundo a artista, seu comportamento com Lucas foi reflexo de um gatilho que teve. Karol disse que o ator lembrou muito o pai dela, com quem não tinha um bom relacionamento, o que resultou nas brigas e confusões.

“Eu me considero uma pessoa segura, mas dentro eu fiquei insegura. Tenho problemas pessoais e se eu soubesse que iria reagir daquele jeito. São traumas, gatilhos. Com o Lucas, eu lembrava de momentos que passei com meu pai. Não sei resolver as coisas com carinho, mas sei que isso não justifica nada. São questões que descobri na casa. Lá, fiquei muito vulnerável estou colhendo o que plantei.”